- Haveria muita escuta e pouco julgamento, eu realmente iria querer sobre a sua vida, sobre os seus sentimentos em determinadas situações, não no sentido de avaliação, mas no sentido de entender, quem está ali sentada na outra poltrona ou do outro lado da tela.
- Eu lhe faria perguntas que te ajudariam a enxergar algumas questões por outros ângulos, para só então você chegar às suas próprias conclusões por si mesmo.
- Eu estaria caminhando contigo rumo ao seu processo de autoconhecimento, respeitando a sua velocidade e caminhos a serem explorados.
- Se eu fosse a sua psicóloga me comprometeria a te ajudar a ressignificar seus B.O.s do passado e a te auxiliar a ter uma vida com mais qualidade e valorosa, mas só se você se comprometer a realmente fazer mudanças, por mínimas que sejam, afinal o processo de terapia é um trabalho em dupla, eu não faço nada sozinha.

Reflexão
Terapia individualizada para mudança de comportamento: Por que informação não é intervenção
Há um abismo de distância entre compreender um conceito psicológico em um post e conseguir aplicá-lo em um momento de crise. Este é o ponto
